Liberdade de expressão não é uma concessão estatal

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“O caso da decretação de prisão contra Danilo Gentili em razão de uma ação movida pela deputada Maria do Rosário é um caso extremo, porém representativo da frágil situação que a liberdade de expressão e outros direitos têm no Brasil.

O Brasil aparece como “parcialmente livre” nos rankings de liberdade de imprensa e liberdade na internet da Freedom House, sendo um dos países mais perigosos para se exercer o jornalismo. A Freedom House ainda afirma que a principal forma de censura são ações judiciais, o que é corroborado pelo Relatório de Transparência da Google que mostra que o Brasil está entre os países que mais enviaram ordens judiciais para retirada de conteúdo das plataformas dessa empresa. Os meios mais comuns de cerceamento da liberdade de expressão são jurídicos através dos chamados crimes contra honra. Nesse sentido, tal como afirma a Human Rights Watch a respeito do caso de Gentili, “leis que estabelecem sanções penais contra a injúria, a difamação e a calúnia são incompatíveis com a obrigação internacional de proteger a liberdade de expressão”.”
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A política por trás do protecionismo

5AlU5RYs“Fala-se bastante das péssimas consequências econômicas do protecionismo. Na literatura acadêmica, este é um consenso praticamente unanime – são 92% dos economistas, segundo uma pesquisa da Universidade de Chicago; com exceção da Cepal, até mesmo os keynesianos concordam que o livre comércio é uma das maiores alavancas do crescimento. Segundo dados do Banco Mundial, o Brasil é a segunda economia mais fechada do planeta Terra, atrás do Sudão do Sul.

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5 motivos pelos quais o Brasil melhorou politicamente nos últimos anos

huffington-post-95Todo mundo acha que a política brasileira não presta e que as coisas vão de mal a pior. Diversos escândalos políticos, sobretudo os revelados pela Operação Lava Jato, endossaram essa percepção popular. A verdade, no entanto, é que tudo isso sempre aconteceu: a diferença é que agora está se sabendo mais a partir dos meios de comunicação e investigações.

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Quanto conta (ainda) a televisão nas eleições?

5AlU5RYsCostumamos pensar que a TV “faça a cabeça” das pessoas (sempre dos outros, claro ).

Afinal, é um fato que sempre ganhou a corrida presidencial o candidato com mais tempo de propaganda eleitoral “gratuita”. O problema é: o tempo depende do numero de parlamentares, mais parlamentares apoiam o candidato, mais tempo ele terá. Então quem vence as eleições ganha por ter mais tempo ou por ter mais apoio? Sem considerar que poderia se tratar de uma simples correlação e não de uma causalidade. Continue lendo “Quanto conta (ainda) a televisão nas eleições?”

“O Brasil melhorou politicamente”, afirma Adriano Gianturco, em Cuiabá

logo-headerO siciliano Adriano Gianturco, professor de Ciência Política da universidade IBMEC, esteve em Cuiabá nessa semana para ministrar a palestra “Quando a lei se corrompe e limita o desenvolvimento empresarial”, a convite da Facmat. Em entrevista exclusiva para ao LIVRE, Gianturco falou sobre as eleições de 2018 e sobre o cenário político atual. Continue lendo ““O Brasil melhorou politicamente”, afirma Adriano Gianturco, em Cuiabá”

Um país refém

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Um país refém da paralisação dos caminhoneiros, refém do crime, refém na Linha Vermelha, escondido atrás do carro, esperando que o tiroteio acabe. Um país refém da bala perdida, do arrastão, do golpe por telefone, do sequestro relâmpago, de pivetes na rua (tente traduzir estas palavras em qualquer outra língua). Um país refém que mata mais que a Síria e o Iraque, que resolve só 8% dos homicídios, refém de não poder se defender.

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